Por Roberto Kuppê (*)

 

Moro e Dallagnol, bandidos

O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, fundador do site The Intercept Brasil, é um homem que sabe das coisas. Nesta terça-feira (17), ele reafirmou que o ex-juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol faziam parte de um esquema corrupto na Lava Lato. ‘As revelações do #VazaJato, agregadas, provam um fato: Lava Jato era um esquema corrupto, liderado por Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, para seus próprios benefícios. Até a mídia que relata responsavelmente as revelações têm dificuldade em dizer isso por causa da imagem nobre que criaram nos últimos 5 anos’, escreveu o jornalista. Ontem (16), por exemplo, Glenn já havia indicado que vem aí chumbo grosso da #VazaJato no esquema do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Até as vidraças do Palácio do Planalto, em Brasília, trepidaram com o aviso prévio.

                               Os arrependidos

Não precisaria comentar e nem tecer considerações acerca das duas postagens acima, mas a coluna faz questão de tripudiar: “eu avisei”. Não tinha como dar certo. Colocar pizza para assar no freezer não dá certo. Colocar cerveja para gelar no forno não dá certo. Eleger um burro para a presidência da República não daria certo mesmo.

                               A Venezuela é aqui sim!

Para quem não queria que o Brasil virasse uma Venezuela, foi um tiro no pé eleger Jair Messias Bolsonaro. E, nove meses e 17 dias de governo ele conseguiu destruir economicamente o Brasil e, além disso, restringir a liberdade de expressão, elevando a censura aos níveis da Ditadura Militar de 64. O youtuber Felipe Neto é um exemplo clássico de como era o Brasil na Era PT e como está o Brasil agora, na Era Bolsonaro. Na Era PT, Felipe Neto metia o pau nos governos petistas e nada acontecia. Em nove meses e 17 dias de governo, Felipe Neto cancelou trabalho e mandou a família para o exterior por conta de ameaças de morte. E agora José?

                             Zé de Abreu irrepreensível

Leia abaixo o que o ator e ativista Zé de Abreu falou das coincidências que envolve Bolsonaro e alguns fatos que abalaram o País nos últimos meses. São fatos irrefutáveis, inegáveis e irrepreensíveis. Difícil não acreditar que Bolsonaro esteja envolvido direta ou indiretamente.

 

Bolsonaro é tudo menos inocente. Foi eleito após um golpe político promovido pelo legislativo com apoio da mídia. E foi golpe mesmo o impeachment. Quem confirmou isso foi o próprio ex-presidente Temer no programa Roda Viva.

                         Pelo Clima, pela Amazônia

Será nesta sexta-feira, 20, no gramado em frente ao Congresso Nacional

                                                CPI da Energisa

O caso da Energisa, empresa privada que comprou a Ceron, é um exemplo do que acontece quando se privatiza empresas de prestação de serviços públicos. A energia dobrou de preço em Rondônia. Diante do caos, o advogado criminalista Breno Mendes, de Porto Velho, declarou guerra à Energisa e propôs a criação de uma CPI para investigar a atuação da empresa em Rondônia. Breno Mendes é defensor intransigente da população carente de Rondônia, os mais atingidos pelo alto preço da tarifa de energia elétrica.

                            Tem coronel que não dorme

Em Rondônia, coronéis estão sofrendo de insônia e só dormem à base de remédios. Na semana passada a 1ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia, presidida pelo desembargador Gilberto Barbosa, condenou, por ato de improbidade administrativa, por fraude em licitações o coronel da PM Charlon da Rocha Silva, Valdineia Fernandes e Impactual Vigilância e Segurança Ltda. – ME. Charlon concorreu ao governo nas eleições passadas pelo PRTB. E, segundo apurou a Coluna do RK, a vida política do coronel Marcos Rocha, eleito governador de Rondônia em 2018, sofrerá um impacto devido a uma ação na justiça por conta de malfeitos quando ele esteve diante de uma secretaria de Estado. Há quem aposte que o governo vai mudar de mãos. O Mais RO vai divulgar com exclusividade. Quem viver, verá.

Um sucesso atrás do outro

Parabéns ao advogado tributarista, Breno de Paula, de Rondônia. Em noite tributada à complexa legislação de impostos, o Workshop “Questões Controvertidas do Carf” lotou auditório do Oscar Hotel, em Porto Velho, colocando em debate temas impactantes na economia. O mediador e organizador do evento foi o advogado especialista em direito tributário, Breno de Paula, sócio do escritório Arquilau de Paula que também é presidente do Idetro- Instituto do Direito Tributário de Rondônia. Três conselheiros do CARF – Conselho Administrativo de Recursos Fiscais – palestraram. Empresários de peso como o CEO do Grupo Cairu, Eugênio Odilon Ribeiro, contadores como o atual secretário de finanças do município, João Altair, advogados, empresários e universitários lotaram o auditório do Oscar Hotel. Os temas debatidos pelos conselheiros do CARF foram: Tributação da Renda decorrente de decisões Judiciais por Carlos Augusto Daniel Neto; A Jurisprudência do CARF sobre insumos de PIS E COFINS por Leonardo Branco e Créditos de Pis/Cofins no regime monofásico e submetidos à alíquota zero por José Renato Pereira de Deus. Diante do sucesso, Breno de Paula foi convidado para mais uma evento. Desta vez será palestrante no XIII Congresso Internacional de Direito Tributário a ser realizado no início de outubro, em Belo Horizonte (MG).

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político no eixo Rio-Brasília e Rondônia

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