Por Roberto Kuppê (*)

Amazônia em chamas

O presidente Bolsonaro resolveu culpar as ONGs pelas queimadas na Amazônia. Essa é a mais nova loucura de Bolsonaro. Decerto as ONGs devem ser presididas por plantadores de sojas, fazendeiros e madeireiros. Daqui a pouco, Bolsonaro vai dizer que as vítimas de “balas perdidas” é quem são as culpadas pelas suas mortes.

Amazônia em chamas 2

Pesquisa de opinião feita pelo Ibope, com a intenção de medir as percepções da população brasileira sobre a Amazônia, aponta que, para 88% dos entrevistados, o desmatamento ilegal na floresta amazônica é preocupante. Entre os ouvidos, 84% disseram concordar totalmente que preservar a Amazônia é essencial para a identidade do Brasil. A pesquisa foi realizada entre os dias 14 e 16 de agosto, entrevistou mil pessoas distribuídas em todas as regiões do país e a margem de erro é de três pontos percentuais. O levantamento é uma parceria entre o Ibope e a organização não governamental Avaaz, responsável por promover abaixo-assinados online.

Amazônia em chamas 3

Os governadores da Amazônia Legal lamentaram em nota conjunta as recentes informações sobre suspensão dos recursos que seriam enviados pela Alemanha e Noruega para o Fundo Amazônia. “O bloco amazônico lamenta que as posições do governo brasileiro tenham provocado a suspensão dos recursos. Nós, governadores da Amazônia Legal, somos defensores incondicionais do Fundo Amazônia”, afirmam no documento. No último dia 10, a ministra alemã do Meio Ambiente, Svenja Schulze, anunciou para a imprensa do país que o governo decidiu interromper o financiamento que de projetos de proteção da biodiversidade e da floresta brasileira, por meio do Fundo Amazônia. O primeiro passo para isso, conforme o jornal alemão Der Tagesspielgel é o não enviar a quantia de R$ 155 milhões de reais, o equivale a 35 milhões de euros. Todos os governadores do Norte assinaram o documento, mas a cadeira destinada ao governador de Rondônia, Marcos Rocha (PSL), estava vazia. 

Lei do abuso de autoridade

A coluna registra parte de um artigo, onde o ex-presidente da OAB de Rondônia, o ultra direita Andrey Cavalcante, se posiciona a favor da Lei contra o abuso de autoridade, aprovada e a espera da sanção presidencial. Nesta lei, Andrey se junta ao PT, a quem tanto combate. “A OAB jamais irá admitir a utilização do crime como instrumento de combate à criminalidade. Isso é o que fazem as milícias, que dizem oferecer proteção contra aquilo que praticam. E a pretexto de combater a violência e a criminalidade somente produzem mais criminosos e mais violência. Por isso é importante que seja sancionada pela Presidência da República a Lei de abuso de autoridade. Ela obriga, em síntese, que o combate à corrupção e o crime seja pautado pela constituição e pelas leis. Obriga a investigar para prender. Chega de prender para investigar! Chega de semear junto à população a sede de vingança em substituição ao anseio por justiça”, diz texto assinado por Andrey Cavalcante que é sócio em Brasília de um escritório de advogados que defende, por exemplo, José Dirceu.

Lei do abuso de autoridade 2

A nova lei recupera, por fim, as garantias individuais estabelecidas na constituição e restabelece, nos procedimentos investigatórios, as prerrogativas da defesa. Contra o arbítrio, os abusos, a antecipação da punibilidade, o estado policial e a criminalização do advogado. O projeto pune, com detenção de seis meses a dois anos e multa, quem impedir, por exemplo, sem justa causa, a entrevista pessoal e reservada do preso com seu advogado. O mesmo se aplica a quem negar ao interessado, seu defensor ou advogado acesso aos autos de investigação preliminar, ao termo circunstanciado, ao inquérito ou a qualquer outro procedimento investigatório de infração penal, civil ou administrativa. Salvo, claro, nas diligências em curso, ou naquelas de imprescindível sigilo.

Lei do abuso de autoridade 3

Vai além o texto de Andrey Cavalcante: Observe-se que os opositores reagem à nova lei com argumentação epidérmica, típica das redes sociais: “Vai acabar com a lava jato”, ou “Vai impedir o combate ao PCC”. Mas não conseguem explicar por que. A verdade é que a lei de abuso de autoridade recoloca os procedimentos e a instrumentação legal na posição prioritária da qual jamais poderiam ter se afastado. E pune aquele que recorre ao mecanismo fácil de atribuir culpas para chegar aos culpados pela via da execração pública e das prisões provisórias para forçar delações premiadas. E transformar denúncia em prova, pelo vazamento de informações sigilosas como forma de espicaçar a indignação popular e arrobustar a fragilidade das provas. Ou forjar valores absurdos para estimular o engajamento da mídia e das redes sociais. Como ocorreu, por exemplo, na denúncia contra o reitor da UFSC, a cuja responsabilidade foi atribuído, por denúncia caluniosa de um desafeto, o desvio R$ 80 milhões. A própria delegada que coordenou a operação “Ouvidos Moucos” e pediu a prisão do ex-reitor, disse que esse valor correspondia ao total dos repasses federais para ensino à distância na UFSC entre 2005 e 2015. O que realmente envolveu o então reitor, que assumiu o cargo em 2016, foi o cancelamento de uma gratificação de R$ 1 mil do corregedor-geral da Universidade e integrante da AGU em Florianópolis. Ele fez a denúncia para vingar-se. E tudo resultou no suicídio do reitor, comprovadamente inocente. Aqui mesmo em Rondônia várias pessoas já foram denunciadas por vingança. Ou apanhadas pelas escutas do “Grande Irmão” em suas bisbilhotices telefônicas não autorizadas. Em um deles, uma advogada aposentada, que cuidava do marido, há dez anos em estado vegetativo, recorreu a um colega por um empréstimo de R$ 2 mil. Ele atuava como agiota e estava sob investigação por outros delitos. Ela foi apanhada na escuta telefônica e perdeu a aposentadoria. O caso está há anos à espera de julgamento no STF.

Eduardo embaixador

São favas contadas os votos dos senadores Marcos Rogério (DEM) e Acir Gurgacz (PDT), ambos de Rondônia, para lacrar o filho do presidente Bolsonaro, Eduardo, na Embaixada do Brasil nos Estados Unidos. Quando ao terceiro senador de Rondônia, Confúcio Moura (MDB), ele ainda não definiu o voto. “Eu ainda não tenho uma posição definida, estou analisando essa indicação, até sobre essa atual polarização dos EUA contra a China, e a possível eleição do candidato de oposição na Argentina. Isso parece que não é nada, mas é um assunto que afeta profundamente as relações comerciais. Aliás, a Argentina é o país para o qual o Brasil mais exporta. Na semana passada o Jair Bolsonaro fez críticas pesadas contra o futuro e provável presidente argentino. E no caso do Eduardo ir para a Embaixada dos Estados Unidos, a gente já se declara favoravelmente aos americanos em relação a China”, adiantou Confúcio.  “É uma coisa muito complexa. E o voto da gente tem que ser ajuizado. Eu vou me inspirar nos velhos senadores experientes, para definir como me proceder”, pontuou.  Ontem Confúcio esteve conversando com o senador Eduardo Gomes, que faz parte da Mesa Diretora do Senado Federal. “Cobrei dele a votação do meu projeto – Senado Educador– Projeto de Resolução do Senado (PRS 21/19) para que entre logo em vigor. O Eduardo Gomes é meu conterrâneo do Tocantins. Conversamos também sobre as próximas votações”.

 

Espaço do colaborador anônimo

Ghost Friends Bereder…O prefeito de Jaru…Joãozinho Gonçalves quer se segure em 2020. Os hermanos de Jaru não andam nada satisfeitos com certas imposições que o clã da família dominadora da cidade e parte do estado, fazem com que pretende atrapalhar os negócios se calar. Um familiar do clã inventou um aplicativo que arrebenta os mototaxistas de Jaru. O prefeito já intimou os mototaxistas para aceitarem o produto familiar. As urnas vão gritar ano que vem…mais o povo adormece, esquece e fica cego no período eleitoral**** O governador do Castelo Azul MR…com essa conversinha de filiação em todos os municípios do estado de Rondônia: é só balela****deputado estadual Eyder Brasil falando em PSL, e o seu amigo de quartel o deputado federal cantor Crys (fala cantando), estão rezando, orando e indo em terreiros de macumba para tentarem permanecer nos cargos****Por falta de opção, o atual governador MR, é oriundo do grande golpe que deu para ser o dono do PSL em Rondônia. Até o ex-secretário geral do partido PSL João Playboy Cipriano,que emprestou o seu imóvel para sede do partido foi enganado pelo governador. Cipriano até hoje nunca foi convidado nem para um café no Palácio Rio Madeira*****De golpes o gov. MR conhece e é professor de investigação e grampos…Puxa a passagem dele pela ASTIR e perguntem do Cordeiro Junior…o Gov. MR de inteligência ele saca muito.****Eddie Morra (Gov.MR) sofre de bloqueio de escritor. Um dia, ele reencontra na rua seu ex-cunhado, Vernon (Zé Jodan), que lhe apresenta um remédio revolucionário que permite o uso de 100% da capacidade cerebral. O efeito é imediato em Eddie, pois ele passa a se lembrar de tudo que já leu, ouviu ou viu em sua vida. A partir de então ele consegue aprender outras línguas, fazer cálculos complicados e escrever muito rapidamente, mas para manter este ritmo precisa tomar o remédio todo dia.(No caso do MR é o Rivotril). Seu desempenho chama a atenção do empresário Carl Van Loon (Dep. JM,O homem de palavra), que resolve contar com sua ajuda para fechar um dos maiores negócios da história(Ser o próximo Governador de Robonia ou Rondônia)****Logo teremos cenas dos próximos capitulo da novela Júnior Gonçalves,Pimentel e Pastor Hermes…que hoje é o guru do governador…ou seja sempre foi. Quem manda mesmo é dona Luana no Gov. MR e Dona Ângela no Vice Gov. Zé Jodan.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista no eixo Rio-Brasília e Rondônia

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