Uma igreja de Kenosha, Wisconsin, foi queimada na terça-feira (25) à noite em meio aos violentos distúrbios anti-polícia que eclodiram em toda a cidade no início da semana, relatou Daily Wire.

A violência começou no último domingo (23), depois que policiais atiraram em Jacob Blake, enquanto respondiam a um incidente doméstico.

As autoridades de Wisconsin estão investigando se houve conduta imprópria por parte dos policiais envolvidos.

Sérgio Camargo comentou o fato: “Ao menos 175 ativistas foram presos durante distúrbios civis em Kenosha, no Wisconsin; 102 tinham endereços de outras cidades, diz a polícia. O BLM [Black Lives Matter] exibe claros sinais de que evolui de organização criminosa para grupo terrorista. Só a reeleição de Trump deterá os anarquistas.”

Comentou, ainda, o presidente da Fundação Cultural Palmares em seu perfil no Twitter, fazendo referência ao caso: “é um erro chamá-los de Antifas e Black Lives Matter. São criminosos. E da pior espécie!”

Horas depois, tumultos, incêndios, tiroteios e saques eclodiram em Kenosha.

Os atos de vandalismo começaram nas primeiras horas da manhã de segunda-feira (24) e se estenderam na noite do mesmo dia até as primeiras horas da manhã de terça.

“Os moradores saíram de suas casas por volta da meia-noite e ficaram boquiabertos com a fumaça ondulante que podia ser vista a quilômetros. Em meio ao incêndio, disseram os vizinhos, estava uma loja de colchões, uma igreja, um restaurante mexicano e uma loja de celulares”, informou o New York Times.

Tony Evers, governador democrata do estado, recusou a ajuda do governo federal para conter saques, incêndios criminosos, violência e ilegalidades.

O chefe de gabinete da Casa Branca, Mark Meadows, disse que recebeu telefonemas de um congressista e de um senador que representam a região, implorando por ajuda, pois o chefe de polícia e o prefeito de Kenosha precisavam de suporte da Guarda Nacional: “Eu peguei o telefone imediatamente e ofereci ajuda da Guarda Nacional. Mas o pedido foi negado pelo governador”, disse Meadows.

O presidente Donald Trump tuitou na noite de terça-feira (25): “O governador deve chamar a Guarda Nacional em Wisconsin. Ela está pronta, disposta e mais do que capaz. Encerre o problema rapidamente!”

A CNN fez uma transmissão ao vivo na noite de terça-feira, apresentando uma chamada de notícia afirmando que os protestos eram “impetuosos, mas quase todo pacíficos”, enquanto um repórter que estava em Kenosha via a cidade em chamas.

Na quarta-feira (26), o presidente Trump afirmou no Twitter que finalmente o governador de Wisconsin aceitou a ajuda da Guarda Nacional para manter a ordem e afastar os vândalos.

Fonte: Terça Livre

Com informações, Senso incomum

 

 

 

 

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