Citando Roberto Sobrinho como exemplo de injustiça, Daniel Pereira disse que não vai pré-julgar conduta de Pitaluga

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PORTO VELHO- Durante entrevista coletiva no Palácio Rio Madeira, hoje pela manhã, o governador de Rondônia, Daniel Pereira (PSB) foi indagado por uma repórter da SICTV, acerca da Operação Pau Oco, desencadeada semana passada. Na referida operação, o secretário Hamilton Pereira  e o adjunto, Osvaldo Pitaluga da SEDAM foram presos.

“Se alguém cometeu alguma irregularidade vai ser punido”, disse Daniel, destacando que não vai fazer julgamento antecipado sobre os atos praticados pelos ex-gestores.

Daniel Pereira disse que não fará nenhum julgamento e lembrou que várias pessoas foram presas em operações policiais e depois não conseguiram provar a participação em supostos esquemas. Ele se referiu às prisões do ex-prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho (PT), e do filho do deputado estadual Hermínio Coelho (PCdoB). “Roberto Sobrinho foi preso e depois foi solto. Ninguém conseguiu provar nada. Ninguém foi publicamente pedir desculpa. O filho do deputado Hermínio Coelho foi outra vítima. Também foi preso em uma operação e não provaram nada”.

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O governador afirmou ainda que foi o responsável pela nomeação da atual diretoria da Polícia Civil, que atuou na operação Pau Oco na Sedam. Ele afirmou ainda que dois técnicos da Sedam estão tocando os trabalhos na Sedam.

A operação resultou ainda no afastamento de 10 servidores. A operação foi deflagrada na última segunda-feira pelos agentes da Delegacia de Repressão às Ações Criminosa Organizadas de Cacoal – DRACO. Durante a ação, também foram cumpridos quatro prisões temporárias, duas em flagrante por posse irregular de arma.

Segundo as investigações, os funcionários recebiam uma quantia de em dinheiro para liberar a extração de madeiras de forma fraudulentas, tendo envolvimentos de empresários donos de madeireiras na região.

Mais RO com informações do Diário da Amazônia

 

 

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