Porto-Velho-RO-20-03-14-SECOM-1Para evitar o colapso e o desabastecimento de alimentos e combustíveis em Rio Branco, bem como em outros municípios do estado do Acre, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) preferiu colocar em risco a vida de centenas de caminhoneiros que seguem o trajeto alagado sobre a rodovia federal BR-364 entre Porto Velho, em Rondônia e a capital acriana.
Nesta quinta-feira (20), mesmo com a enchente do rio Madeira 1,30 metros acima do nível do asfalto, o primeiro sinal de que os motoristas correm risco de um acidente mais grave se prosseguirem viagem para o Acre foi verificado.

Tubulações não suportaram o peso dos caminhões e a vazão da enchente e acabaram estourando deixando, pelo menos um caminhão sobre o local do incidente.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que há um trecho de mais de 20 quilômetros totalmente inundado, onde a sorte é tirada aos motoristas que praticamente são obrigados em seguir viagem sem enxergar onde está a rodovia.
Ainda de acordo com PRF, entre 100 e 120 caminhões passam pelo trecho alagado por dia, o que dá uma média de 500 mil toneladas enviadas para o estado do Acre somente nos últimos 15 dias.
Nesta quinta-feira, o rio Madeira atingiu 19,35 metros em Porto Velho, recorde absoluto de enchente na capital de Rondônia de todos os tempos.
A cota de alerta com permanência de 5% é de 15,81 metros e para enchente de 16,68 metros. A cheia histórica do Madeira era até então de 17,50 metros 08 de abril de 1997.

 

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(Fonte da informação: De Olho No Tempo Meteorologia)

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