jpvPor João Paulo Viana (*)

Conheço Léo Moraes há mais de 25 anos, desde os tempos de criança, quando meu irmão Arthur Viana foi seu contemporâneo no colégio, enquanto eu estudava com seu irmão mais velho, Eduardo Moraes, e nosso grande amigo em comum, Eduardo de Paula Botelho. Com as voltas que a vida dá tomamos rumos diferentes, enquanto fui cursar a Universidade em Fortaleza, Léo foi para Curitiba onde se formou em Direito, e dava seus primeiros passos na carreira política, ao liderar o movimento estudantil na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Durante esse período, ele foi presidente do Centro Acadêmico de Direito, e posteriormente do Diretório Central dos Estudantes, entidade máxima de representação dos universitários daquela renomada instituição.

Mais de uma década se passou e reencontrei Léo Moraes quando do nosso retorno a Porto Velho. Devo ao meu amigo e colega na UNIR, advogado e cientista político, Vinícius Miguel, esse reencontro. Na oportunidade, fiquei impressionado com a eloquência e a capacidade do jovem Léo Moraes, apaixonado por política e por gente humilde, que retornava com o propósito de servir ao povo portovelhense. Nesse dia, ele me disse que queria ser vereador para contribuir com a cidade que ele adotou como sua, quando aqui chegou com três meses de idade.

Motivado por seus ideais e propostas progressistas, eu votei em Léo Moraes para vereador no pleito de 2012, e tenho absoluta convicção de que foi uma das melhores escolhas políticas que fiz na vida, principalmente em Rondônia. Político moderno, com formação acadêmica em Direito, e pós-graduado em Administração Pública, área na qual é mestrando pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-Rio), Léo Moraes se demonstrou um representante digno de muitos elogios. Apresentou projetos de grande relevância para a comunidade, fiscalizou o executivo, batalhou pela cassação de vereadores acusados de corrupção e lutou por diversas camadas da sociedade local. O prêmio por um mandato combativo na Câmara de Vereadores veio em 2014, quando foi eleito deputado estadual pelo nosso estado, o mais votado na cidade de Porto Velho.

Na Assembleia Legislativa, Léo Moraes não fez diferente, continuou com suas convicções progressistas, se apresentando como um parlamentar defensor da pluralidade de valores societários e voltado ao diálogo com os mais distintos setores da sociedade rondoniense. Na comissão de Direitos Humanos da ALE-RO, onde exerce o cargo de presidente, se apresentou como um grande defensor da juventude pobre e humilde, do estado e do país, ao lutar incansavelmente contra a diminuição da maioridade penal. Suas posições naquela comissão mostraram que é perfeitamente possível defender os jovens mais pobres, excluídos, e ao mesmo tempo lutar pela construção de um polícia cidadã. Por falta de espaço, não tenho como detalhar seus inúmeros projetos de cunho progressista, sempre buscando maior transparência, aliado às causas desenvolvimentistas. Mas vale ressaltar que ele renunciou ao auxílio moradia, defendeu os direitos dos concursados assumirem seus cargos públicos, apresentou inúmeras propostas de audiência pública, desde o tema da reforma política, até a questão das usinas do Madeira e os prejuízos às comunidades ribeirinhas tão carentes de representação e direitos.

Nesse momento, ele se apresenta como o único candidato a prefeito capaz de alavancar o tão sonhado desenvolvimento da nossa cidade. É sempre importante recordar que Léo Moraes não está atrelado aos grupos políticos tradicionais, não baixou a cabeça aos caciques da politica local, enfrentou os poderosos, e por tudo isso ganhou o reconhecimento dos rondonienses. Por isso, não é nenhuma novidade que nesse domingo, 02 de outubro de 2016, ele chegue às urnas em primeiro lugar na pesquisa IBOPE, suscitando a esperança e as expectativas de milhares de portovelhenses que sonham com dias melhores. Nesse contexto, estou convicto de que Léo Moraes é o único candidato capaz de transformar a nossa cidade, e nos levar a um futuro digno, levantando a autoestima do bravo povo desta terra de imigrantes de todo o país, fundada em 1914 e que até hoje, mais de cem anos depois, ainda busca um lugar no futuro. Por isso, vamos com ele rumo ao segundo turno!

(*) João Paulo Viana é professor de Ciência Política da Universidade Federal de Rondônia

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