Governador de Rondônia elogia desempenho espetacular de escola de Nova Brazilândia

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Nova Brazilândia-O governador de Rondônia, Confúcio Moura (MDB) não é muito de ficar no ar refrigerado do gabinete dele no Complexo Político Administrativo (CPA), na capital. Prefere ficar bisbilhotando a quantas andam as coisas pelo interior do Estado. Vai às feiras livres observar o movimento dos agricultores familiares com suas vendas de verduras, frutas e legumes. Vai no comércio observar o movimento das lojas e também nas escolas a quantas vão o ensino fundamental e médio. Tudo que vê de positivo ou negativo ele reporta no blog dele.

Assim o fez após visitar a Escola Escola Alexandre de Gusmão, em Nova Brazilândia. E ficou admirado com o índice de aprovação da referida escola, 99,7%. “Quando se quer, faz. E faz bem feito. Para dirigir uma escola de verdade, coordenar meninos, é preciso ser líder. Aqui ou acolá, dá para mostrar coisa bonita. Não é regra, há  exceções de  escolas, de gestão e de resultados”, disse ele no blog. “A diretora Iran Sandra Marcelino  e  o vice-diretor,  Elias Ferreira da Silva, têm feito a coisa certa, na Escola Alexandre de Gusmão. O índice de aprovação desta escola em 2016,  foi de  99,7%.  A evolução do IDEB foi espetacular (7,9). Têm mais escolas boas por aí”, disse Confúcio feliz da vida.

Leia na íntegra o artigo de Confúcio sobre a escola de Nova Brazilândia

Sair da zona de conforto é difícil. Para melhorar a qualidade da educação é preciso coragem. Dar aquela sacolejada forte no pessoal, como se fosse um grande grito: ACORDA!!

A responsabilidade da escola é grande. E cada um deve fazer a sua entrega. O que a escola deve entregar à sociedade brasileira?  O aluno com conhecimento, o aluno que entendeu e aprendeu o conteúdo que foi ensinado, o professor que deve ensinar de verdade. Cada profissional deve entregar sua obra. O pedreiro entrega o muro, a casa. O marceneiro deve entregar, bem feito, o guarda-roupa, a cadeira ou a mesa. O professor entrega o aluno que aprendeu.

E isto não é fácil no Brasil. Porque nos acostumamos a entregar o menino que não aprendeu a ler corretamente,  a não entender o que leu, a não escrever corretamente ou a não fazer contas adequadamente. Vamos levando a educação como um muro torto, um guarda-roupa sem porta ou uma mesa empenada. E a coisa vai ficando assim mesmo, de qualquer jeito. Meio pronto. E se quiser, é assim. Acabou-se!

Enquanto isto, gasta-se muito dinheiro. Gastar muito dinheiro e não ensinar é uma grande perda de tempo e um imenso desperdício. Talvez seja a mesma coisa, de se pegar todo dinheiro da educação brasileira e fazer uma imensa fogueira de São João. Queimar tudo. E deixar  a fumaça subir. E o foguetório pipocar no céu: “Rum, Rum, Rum”. Gungunar. O dinheiro queimado, pelo não ensinado. Como se fosse rima.

Quando se quer, faz. E faz bem feito. Para dirigir uma escola de verdade, coordenar meninos, é preciso ser líder. Aqui ou acolá, dá para mostrar coisa bonita. Não é regra, há  exceções de  escolas, de gestão e de resultados. A diretora Iran Sandra Marcelino  e  o vice-diretor,  Elias Ferreira da Silva, têm feito a coisa certa, na Escola Alexandre de Gusmão (Nova Brazilândia). O índice de aprovação desta escola em 2016,  foi de  99,7%.  A evolução do IDEB foi espetacular (7,9). Têm mais escolas boas por aí.

Plano de ação,  boas estratégias,  auto-estima elevada, envolvimento de todos os professores,  ensinar o aluno de verdade, fazer avaliação de desempenho do professor em sala de aula e um ambiente acolhedor, são fatores que influenciam muito na qualidade da aprendizagem.

 
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